O nosso guia completo para encontrar o fogão certo!
Escolher um fogão pode parecer simples, pelo menos até começar a comparar as alternativas.
Pellets ou lenha? Fogão ventilado ou de convecção natural? Um fogão para aquecer realmente a casa ou sobretudo para criar ambiente? E se não tiver chaminé?Quanto devo gastar? Posso beneficiar de incentivos?

As possibilidades são numerosas e não existe um fogão absolutamente melhor. Existe, isso sim, o fogão mais adequado à casa, aos hábitos e às necessidades de quem o vai utilizar.
Por isso, antes de se apaixonar por um modelo devido ao seu design, convém começar por algumas perguntas muito concretas.
Neste guia, mostramos como orientar a sua escolha, considerando também algumas das propostas da Klover, Piazzetta, Dielle e RIKA, quatro marcas que interpretam o mundo dos fogões com filosofias e soluções diferentes.
1. Primeira pergunta: por que quer um fogão?
É provavelmente a pergunta mais importante.
Uma pessoa pode procurar um fogão porque quer:
- aquecer principalmente uma divisão;
- aquecer vários espaços;
- integrar o sistema de aquecimento existente;
- reduzir a utilização da caldeira;
- aquecer a água do sistema;
- criar o ambiente do fogo na sala de estar;
- valorizar esteticamente um espaço;
- ter uma fonte de calor alternativa;
- obter simultaneamente aquecimento, ambiente e design.
As necessidades são muito diferentes e conduzem a produtos igualmente distintos.
Se quer sobretudo aquecer
Deverá concentrar-se principalmente na potência, eficiência, distribuição do calor, autonomia e consumo.
Um fogão muito bonito, mas subdimensionado para o espaço a aquecer, pode não corresponder às suas expectativas. Pelo contrário, comprar um fogão excessivamente potente não significa necessariamente ficar mais quente: um aparelho corretamente dimensionado pode funcionar em melhores condições e proporcionar um conforto superior.
Se quer sobretudo criar ambiente
A questão muda.
Neste caso, tornam-se particularmente importantes o design do fogão, a visibilidade da chama, os materiais, o revestimento, o silêncio e a forma como o calor é difundido.
Um fogão colocado no centro da sala de estar é, para todos os efeitos, um elemento da decoração.
Marcas como Piazzetta e RIKA, por exemplo, propõem numerosas soluções nas quais a pesquisa estética desempenha um papel importante, enquanto também as gamas Klover e Dielle permitem escolher entre diferentes configurações, acabamentos e estilos, com sistemas de autolimpeza realmente muito eficazes.
Se quiser ambas as coisas
É provavelmente a situação mais comum.
Quer uma estufa que aqueça a sério, mas, como ficará na sala de estar durante muitos anos, também quer que seja bonita.
Neste caso, o conselho é não começar exclusivamente pela estética: primeiro identificam-se a tecnologia, a potência e as características necessárias; depois escolhe-se o modelo que melhor se integra no ambiente.
2. Tem uma chaminé?
Esta pergunta pode alterar completamente o projeto.
Uma estufa de combustão necessita de um sistema corretamente projetado para a evacuação dos produtos da combustão. Não se deve, portanto, confundir a existência de um tubo de saída de fumos com a possibilidade de instalar livremente uma estufa em qualquer ponto da casa.
Se já existir uma chaminé na habitação, é ainda necessário verificar se é adequada ao aparelho que se pretende instalar, tendo em conta as características, o dimensionamento, o percurso, o estado da conduta e os requisitos aplicáveis.
Se, pelo contrário, não tiver uma chaminé, isso não significa necessariamente que tenha de desistir da estufa.
É, contudo, necessário verificar com um técnico qualificado se é possível instalar um novo sistema de evacuação de fumos em conformidade com a regulamentação e com as características do edifício.
Este aspeto deve ser avaliado antes da compra, sobretudo num apartamento ou em situações arquitetonicamente complexas.
Posso instalar uma estufa a pellets sem chaminé?
É uma das pesquisas mais frequentes online.
A resposta, embora por vezes pareça complicada, é na realidade muito simples: EM ITÁLIA NÃO!
Uma estufa a pellets, tal como uma a lenha, produz fumos de combustão que têm de ser evacuados ATÉ AO TELHADO!
É verdade que quase todas as estufas a pellets têm um pequeno motor para a expulsão forçada dos fumos, mas a pressão dos fumos dura apenas no interior do aparelho; quando os fumos entram nas tubagens, precisam obrigatoriamente de tiragem, ou seja, de uma chaminé que os aspire de forma natural e que chegue ao telhado.
A este respeito, a regulamentação específica não deixa dúvidas: a UNI 10683:12 de 2012, posteriormente confirmada com a atualização UNI 10683:22 de 2022.
NÃO HÁ ATALHOS, qualquer outra solução NÃO ESTÁ EM CONFORMIDADE E É PERIGOSA!
Por isso, a viabilidade da instalação deve ser sempre verificada por um profissional.
Se o objetivo for, pelo contrário, ter exclusivamente um efeito estético sem combustão, podem ser consideradas tecnologias completamente diferentes, como algumas soluções elétricas decorativas ou a bioetanol.
3. Pellet ou lenha: que combustível escolher?
Chegamos à grande questão.
É melhor uma salamandra a pellet ou uma salamandra a lenha?
Também aqui não existe uma resposta universal.
Depende sobretudo do valor que atribui à comodidade, automação, atmosfera, disponibilidade do combustível e gestão diária.
Salamandra a pellet: para quem procura praticidade
A grande vantagem do pellet é a possibilidade de automatizar mais o funcionamento.
Dependendo do modelo, é possível ter funções como:
- acendimento automático;
- programação;
- regulação da temperatura;
- modulação da potência;
- gestão eletrónica;
- controlo remoto através de uma aplicação ou de uma ligação à Internet;
- sistemas automáticos ou semiautomáticos de limpeza.
É, portanto, particularmente interessante para quem pretende utilizar a salamandra diariamente como verdadeiro sistema de aquecimento, sem ter de alimentar manualmente o fogo com frequência.
No mundo do pellet, encontramos uma oferta particularmente ampla por parte da Klover, Piazzetta, Dielle e RIKA, com soluções que vão desde as salamandras mais compactas até produtos tecnologicamente muito evoluídos.
Salamandra a lenha: para quem gosta do fogo tradicional
A lenha oferece uma experiência diferente.
Há o ritual do acendimento, o tronco a acrescentar, o movimento da chama e o crepitar característico do fogo.
É uma opção particularmente interessante para quem:
- tem lenha facilmente disponível;
- gosta de controlar pessoalmente o fogo;
- procura uma atmosfera tradicional;
- pretende reduzir a dependência da eletrónica;
- utiliza a salamandra também como elemento central da casa.
A desvantagem é uma gestão geralmente mais manual do que a do pellet.
E se não quisesse escolher? Existem estufas híbridas
Aqui, o mercado tornou-se particularmente interessante.
As estufas híbridas ou combinadas a lenha e pellets permitem utilizar ambos os combustíveis.
É uma solução ideal para quem pensa:
«Durante o dia quero a comodidade dos pellets, mas à noite quero acender um verdadeiro fogo a lenha.»
Ou para quem quer poder escolher o combustível em função da disponibilidade e das suas necessidades.
A RIKA, por exemplo, propõe uma gama específica de estufas combinadas nas quais pellets e lenha coexistem no mesmo aparelho, com modelos como PARO, ADUO e INDUO. Algumas soluções permitem reconhecer o combustível e alternar automaticamente entre lenha e pellets.
A Piazzetta, com a gama Infinity Plus Line, também propõe estufas híbridas nas quais o funcionamento programável a pellets é complementado pela possibilidade de utilizar lenha, com passagem automática entre os dois modos.
A Klover também propõe soluções híbridas. A Dual Air, por exemplo, utiliza duas câmaras de combustão independentes e permite utilizar lenha e pellets, também em modo combinado.
Assim, para quem não quer ficar definitivamente limitado a um único combustível, a estufa híbrida merece sem dúvida ser considerada.
4. Precisa de aquecer uma divisão ou toda a casa?
Uma das características mais importantes a avaliar é onde o calor deve chegar.
Uma única divisão
Se quiser aquecer principalmente a sala de estar ou um grande espaço aberto, pode ser suficiente uma estufa a ar corretamente dimensionada.
É a situação mais simples.
Várias divisões
Se, por outro lado, quiser distribuir o calor também por outras divisões, pode considerar uma estufa canalizada.
Através de condutas próprias, parte do ar quente pode ser distribuída por outros espaços.
É uma solução interessante, por exemplo, quando a estufa é instalada na zona de estar, mas se pretende levar parte do calor também para a zona dos quartos.
Existem também sistemas específicos desenvolvidos pelos diferentes fabricantes. A RIKA, por exemplo, propõe a tecnologia MULTIAIR em modelos compatíveis, concebida para encaminhar ar quente também para espaços adjacentes. (RIKA)
Quer aquecer também a água do sistema?
Neste caso, é preciso entrar no mundo das termoestufas.
Um fogão hidro não se limita a aquecer o ar do ambiente: transfere uma parte importante da energia para a água e pode, por isso, ser integrado, quando o sistema o permite e é corretamente projetado, no sistema de aquecimento da habitação.
É uma solução muito diferente do clássico fogão de sala e requer uma avaliação técnica mais aprofundada.
A Klover, por exemplo, dispõe também de uma oferta abrangente neste segmento, incluindo soluções a pellets e híbridas destinadas ao aquecimento da água do sistema. (Klover)
5. Quantos kW deve ter o fogão?
Aqui é necessário evitar uma das simplificações mais frequentes: escolher a potência simplesmente com base nos metros quadrados.
Duas habitações de 100 m² podem ter necessidades térmicas completamente diferentes.
É necessário considerar, pelo menos:
- área e volume dos espaços;
- altura dos tetos;
- isolamento térmico;
- qualidade das caixilharias;
- zona climática;
- exposição;
- número de paredes exteriores;
- disposição das divisões;
- temperatura que se pretende manter;
- eventuais outros sistemas de aquecimento.
Uma casa recente e bem isolada pode necessitar de muito menos energia do que uma habitação mais antiga com perdas térmicas elevadas.
Por isso, mais kW não significa automaticamente melhor.
Um fogão sobredimensionado pode ser obrigado a funcionar frequentemente à potência mínima ou a alternar entre ligar-se e desligar-se, enquanto um demasiado pequeno pode ser constantemente levado ao limite.
O dimensionamento correto deverá, portanto, ser efetuado com base nas características reais da habitação.
Para lhe dar, ainda assim, uma ideia de cálculo aproximado: para uma casa medianamente isolada (sem isolamento térmico exterior, mas com pelo menos janelas de vidro duplo), calcule cerca de 1 kW por cada 10 metros quadrados de área habitacional. Assim, uma casa de 100 m² precisará de um fogão com cerca de 10 kW de potência.
6. Fogão ventilado ou silencioso?
É um aspeto frequentemente subestimado no momento da compra.
Imagine instalar o fogão a poucos metros do sofá ou da mesa da cozinha.
O ruído produzido durante o funcionamento pode tornar-se um fator importante.
Os fogões podem distribuir o calor segundo filosofias diferentes e alguns modelos apostam particularmente na convecção natural e no funcionamento silencioso.
A RIKA, por exemplo, fez do funcionamento silencioso um dos elementos distintivos de várias das suas soluções, incluindo os fogões combinados. (RIKA)
Se o fogão for colocado na sala de estar e permanecer ligado muitas horas, não olhe apenas para a potência e o design: pergunte também a si próprio quanto ruído está disposto a aceitar.
7. Qual é a importância da autonomia?
Muito, sobretudo com pellets.
Se utilizar o recuperador ocasionalmente, carregar o depósito com frequência poderá não ser um problema.
Se, pelo contrário, o recuperador tiver de se tornar num dos principais sistemas com que aquece a casa durante o inverno, a capacidade do depósito e a autonomia assumem uma importância completamente diferente.
Avalie, por isso:
- capacidade do depósito;
- consumo mínimo e máximo;
- facilidade de carregamento;
- possibilidade de programação;
- gestão automática da potência.
Não considere, contudo, apenas o dado teórico de autonomia: o consumo efetivo depende das condições de utilização, da potência necessária e das características da habitação.
8. Quanto quer ocupar-se da limpeza?
Todos os aparelhos a biomassa requerem atenção e manutenção.
Se quiser reduzir ao mínimo as intervenções diárias, ao escolher o modelo avalie a presença de sistemas que facilitam a limpeza do queimador e a gestão das cinzas.
Alguns produtos de gama superior integram tecnologias concebidas precisamente para aumentar o conforto de utilização.
Por exemplo, todos os recuperadores a pellets KLOVER têm um queimador mecânico com autolimpeza que necessita de apenas uma revisão a cada 15 dias.
Também os recuperadores DIELLE têm um sistema de carregamento inferior que aumenta o intervalo entre limpezas para até 15/20 dias
Isto não significa que a manutenção desapareça: a remoção das cinzas, a manutenção periódica e o controlo do sistema de exaustão de fumos continuam a ser aspetos fundamentais para a segurança, o rendimento e a durabilidade do aparelho.
9. Quanto está disposto a gastar?
O orçamento é inevitavelmente um dos principais critérios.
Mas seria um erro comparar os recuperadores apenas com base no preço de compra.
O custo real do projeto pode incluir:
recuperador + instalação + chaminé ou adaptação + acessórios + obras necessárias + manutenção + combustível.
Um recuperador economicamente vantajoso no momento da compra poderá exigir intervenções de instalação importantes.
Inversamente, investir um pouco mais num produto mais automatizado, silencioso ou fácil de gerir pode fazer sentido se o recuperador for utilizado todos os dias durante muitos anos.
Orçamento limitado
Convém concentrar-se nas funções realmente necessárias, evitando pagar por tecnologias que provavelmente não serão utilizadas.
Orçamento médio
Abre-se uma escolha muito mais ampla em termos de design, automatização, qualidade dos materiais, canalização e gestão eletrónica.
Orçamento elevado
É possível optar por produtos nos quais a tecnologia, o silêncio, a automatização, os acabamentos e o design se tornam parte integrante da experiência.
É aqui que as soluções premium de marcas como RIKA, Piazzetta, Klover e Dielle podem tornar-se particularmente interessantes.
10. Posso beneficiar de incentivos para comprar uma estufa?
É outra questão fundamental, porque um incentivo pode alterar significativamente o custo efetivo do investimento.
As possibilidades dependem, contudo, de vários fatores:
- tipo de intervenção;
- características do aparelho;
- desempenho e emissões;
- eventual substituição de um gerador existente;
- características do imóvel;
- requisitos técnicos previstos pela medida;
- eventuais disposições regionais;
- período em que a intervenção é realizada.
Entre os mecanismos a verificar incluem-se, consoante o caso, incentivos associados à eficiência energética e à substituição de geradores existentes, além das deduções fiscais aplicáveis às intervenções de construção ou energéticas.
As regras podem mudar e nem todos os aparelhos ou intervenções são automaticamente elegíveis para incentivos.
Por isso, antes da compra, é importante verificar a legislação em vigor no momento da intervenção, os requisitos do produto e a documentação necessária, consultando fontes institucionais e, quando necessário, um técnico ou profissional.
Os produtores também disponibilizam frequentemente a documentação técnica necessária. Nas páginas de produto da Klover, por exemplo, estão disponíveis, para determinados modelos, documentos relativos à certificação ambiental, ao Conto Termico e às deduções fiscais.
O conselho é simples: o incentivo deve ser verificado antes da compra, não depois.
11. Atenção também às normas regionais
Quando se fala de estufas a biomassa, não se deve consultar apenas as normas nacionais.
Em algumas regiões podem existir limitações específicas relativas ao desempenho das emissões dos aparelhos, à classe ambiental e à utilização de geradores a biomassa.
Antes de substituir ou instalar uma estufa, é por isso aconselhável verificar também as disposições em vigor no seu território.
Isto é particularmente importante se estiver a comprar um aparelho com a intenção de o utilizar durante muitos anos.
12. Design: a estufa será uma peça de mobiliário importante da casa
Uma estufa não fica escondida numa divisão técnica.
É muito frequentemente instalada na sala de estar, na cozinha ou no principal espaço aberto da casa.
E permanece ali durante anos.
Por isso, a estética não é de todo um critério superficial.
É necessário avaliar:
- dimensões;
- proporções;
- forma;
- cor;
- materiais;
- revestimentos;
- dimensão do vidro;
- visibilidade da chama;
- posição da saída de fumos;
- integração com a decoração.
Se gosta de interiores minimalistas, poderá preferir uma estufa de linhas simples.
Numa habitação mais clássica, poderá optar por revestimentos e materiais capazes de conferir maior presença ao produto.
E se a principal motivação da compra é ver o fogo, não se esqueça de avaliar atentamente a câmara de combustão e a visibilidade da chama.
13. Klover, Piazzetta, Dielle ou RIKA: qual escolher?
Chegados a este ponto, podemos falar das marcas.
Mais do que determinar qual é “o melhor”, faz sentido perceber qual a filosofia de produto que mais se aproxima das suas necessidades.
Klover
A Klover oferece uma gama muito diversificada no mundo do aquecimento a biomassa, com numerosas salamandras a pellets, soluções a ar, produtos hidro e sistemas híbridos. A gama atual inclui modelos destinados a diferentes dimensões dos espaços e a diferentes necessidades de aquecimento. (Klover)
É uma marca a considerar especialmente quando a salamandra não deve ser apenas bonita, mas também um componente importante do sistema de aquecimento da casa.
É também muito interessante o desenvolvimento de soluções híbridas lenha-pellets, como a Dual e a Dual Air.
A considerar se procura: amplitude de gama, aquecimento eficaz, pellets, soluções hidro e tecnologia híbrida.
Piazzetta
A Piazzetta representa uma escolha particularmente interessante para quem atribui grande importância à combinação entre tecnologia de aquecimento, conforto e design.
A marca propõe também soluções híbridas da família Infinity Plus Line, capazes de utilizar pellets e lenha e de gerir eletronicamente a passagem entre os combustíveis. (Piazzetta)
É, portanto, uma marca a ter em consideração quando a salamandra assume um papel central na decoração, mas deve simultaneamente oferecer prestações e funções evoluídas.
A considerar se procura: estética, personalização, conforto, distribuição do calor e soluções tecnologicamente evoluídas.
Dielle
A Dielle é particularmente interessante para quem procura uma salamandra a pellets com uma filosofia técnica própria e uma atenção específica à forma como o combustível é gerido e queimado.
É uma marca que vale a pena analisar, sobretudo quando o objetivo é encontrar uma salamandra a pellets destinada a uma utilização frequente, avaliando atentamente as características técnicas, o conforto, o baixo ruído, a manutenção e o sistema de combustão de cada modelo. (dielle)
A considerar se procura: uma solução a pellets com grande atenção à tecnologia de combustão e ao conforto quotidiano.
RIKA
A RIKA tem uma identidade muito reconhecível, com grande atenção ao baixo nível de ruído, design, automatização e conforto de utilização.
Particularmente interessante é a gama de salamandras combinadas, que permite utilizar pellets e lenha no mesmo aparelho. Modelos como ADUO, PARO e INDUO seguem precisamente esta filosofia. (RIKA)
A RIKA é, portanto, uma opção a considerar atentamente se a salamandra for instalada num espaço utilizado muitas horas por dia e se pretender um produto em que a experiência de utilização e a tecnologia tenham um peso importante.
A considerar se procura: baixo nível de ruído, design contemporâneo, automatização, pellets e, sobretudo, soluções combinadas de lenha e pellets.
14. Então, que salamandra escolher?
Vamos transformar tudo em algumas situações concretas.
«Quero uma salamandra prática para utilizar todos os dias»
Começaria por uma salamandra a pellets, se possível programável e com boa autonomia.
«Adoro o fogo e quero sobretudo ambiente»
Consideraria cuidadosamente uma salamandra a lenha, privilegiando a qualidade da combustão, a visibilidade da chama e o design.
«Quero a comodidade dos pellets, mas não quero abdicar da lenha»
A resposta mais interessante poderá ser uma salamandra híbrida a lenha e pellets. A RIKA, a Piazzetta e a Klover oferecem soluções específicas neste segmento. (RIKA)
«Quero aquecer também outras divisões»
Consideraria uma salamandra canalizável e estudaria cuidadosamente a distribuição das divisões.
«Quero contribuir para o aquecimento da instalação»
Entraria no mundo das salamandras hidro, verificando, juntamente com um profissional, a compatibilidade e o dimensionamento da instalação.
«A salamandra ficará na sala de estar e detesto ruídos»
Colocaria o baixo nível de ruído e o sistema de distribuição do calor entre os primeiros critérios de seleção, não entre os últimos.
«Não tenho chaminé»
Antes mesmo de escolher o modelo, pediria que verificassem a viabilidade da instalação e do sistema de evacuação de fumos.
«Quero gastar o menos possível»
Não olharia apenas para o preço da salamandra: pediria primeiro uma estimativa do custo total da instalação.
«Quero uma salamandra bonita e tecnológica»
Consideraria sobretudo as gamas em que o design, os materiais, a eletrónica e a gestão do calor foram desenvolvidos como um projeto único.
15. As perguntas a fazer antes de comprar
Antes de escolher definitivamente a sua salamandra, tente responder a estas perguntas:
- Quero realmente aquecer ou procuro sobretudo criar ambiente?
- Quantos espaços quero aquecer?
- Já tenho uma chaminé adequada?
- Prefiro pellets, lenha ou gostaria de poder utilizar ambos?
- Qual é a importância do acendimento automático para mim?
- Quero programar a salamandra?
- Qual é a importância do funcionamento silencioso?
- De quanto espaço disponho?
- Quero aquecer o ar ou também a água do sistema?
- Quanto tempo quero dedicar ao carregamento e à limpeza?
- Qual é a importância do design?
- Qual é o meu orçamento total, incluindo a instalação?
- Posso beneficiar de incentivos ou deduções?
- Existem limitações específicas na minha região?
- Vou utilizar a salamandra ocasionalmente ou todos os dias durante vários meses por ano?
Se tiver respostas suficientemente precisas para estas perguntas, já eliminou grande parte dos modelos inadequados às suas necessidades.
A melhor salamandra é aquela que escolhe para a sua casa
A escolha de uma salamandra não deve começar pelo número de kW indicado na ficha técnica, nem pelo modelo visto em casa de um amigo.
É preciso começar pela casa e pelos seus hábitos.
Uma salamandra perfeita para um apartamento moderno pode ser pouco adequada para uma grande moradia. Uma pessoa pode considerar indispensável o acendimento remoto, enquanto outra pode desejar precisamente o ritual diário da lenha.
Há quem queira sobretudo poupar no aquecimento e quem sonhe há anos ver uma chama acesa na sala de estar.
E depois há quem queira as duas coisas.
Por isso, o mercado oferece atualmente soluções extremamente diversas: desde as salamandras a pellets mais automatizadas às tradicionais salamandras a lenha, passando pelas termossalamandras e pelas salamandras canalizáveis, até às modernas salamandras híbridas lenha-pellets.
Marcas como Klover, Piazzetta, Dielle e RIKA permitem explorar filosofias diferentes e encontrar um produto que não seja apenas tecnicamente adequado, mas que se integre verdadeiramente na sua forma de viver a casa.
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